Concientização

16/02/2012

A Igreja e a Crise Ambiental

Por Pr Jorge Chávez

Embora Deus tivesse criado os animais, as plantas e todas as coisas, criou também o homem à sua imagem e semelhança, para que viva em harmonia em ambientes naturais aqui na Terra, mas o homem, depois do pecado, foi construindo seus próprios ambientes artificiais a partir dos existentes, e hoje está enfrentando uma crise ambiental ao ponto de estar comprometendo a sua própria existência. Os estudiosos do assunto sustentam que a situação do meio ambiente é grave, apontando como fator responsável à própria modernidade e a economia globalizada, que impõe um estilo de vida considerado “ambientalmente insustentável”. Alguns apontam como vilão, o capitalismo, pela busca incansável pelo lucro e que o desenvolvimento coopera para a destruição do planeta. Para outros o culpado é o próprio homem e a sua ambição descontrolada: “Pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6.7)

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Mas qual é a posição da Igreja respeito à crise ambiental? Uns são a favor da conservação do meio ambiente e luta contra a crise ambiental e outros são indiferentes. Para os que são a favor da conservação ambiental, consideram que a Terra é a casa do homem, e a Igreja tem que ser também ecologicamente relevante. Mas a solução para a crise ambiental está no Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo independente de optar o não por uma determinada escolha.

Acredito que não seja suficiente para a solução da crise ambiental, apenas com a implantação nas igrejas de projetos de reciclagem e outros projetos ecológicos, com a utilização de metodologias que visem à educação ambiental, social e a conscientização ambiental para sair da crise ambiental. A realidade dos fatos mostra que os homens sem Cristo não disfarçam o seu amor ao dinheiro que é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). A cobiça e toda sorte de pecados dominam os seus corações, causando destruição ao meio ambiente. Precisam do Evangelho de Jesus Cristo, porque é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Muitos desses homens sem Cristo são donos de conglomerados de empresas que dominam a oferta de produtos e serviços e exercem forte influencia nos governos de muitos países, maximizando com o seu poder os seus lucros e prazeres individuais. No entanto, o homem em Cristo será parecido com José, o governador do Egito, que frente a abundancia dos frutos da terra por sete anos, guardou-os em celeiros porque o meio ambiente lhe foi favorável, seguiu-se de sete anos de seca total, mas não houve fome no Egito graças ao sustento provenientes dos celeiros. Igualmente a crise ambiental poderia ser solucionada por homens tementes a Deus e de solvência moral como José do Egito.

Fonte: Alvissaras.net

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